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Retrato Atual da Mobilidade

Change-300x200No artigo  State of Mobile do passado eu previ que o ritmo de inovação e ruptura no mercado de mobilidade implicaria em um mundo muito diferente hoje. O mundo da mobilidade continua a mudar em ritmo acelerado, então aqui estão minhas considerações para o que é importante para o momento que estamos vivendo hoje.

 

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Anatomia de um App de negócios real

Pegue o seu smartphone e comece a percorrer os seus apps. Você verá um monte de aplicativos bem desenhados, funcionais e que atendem a sua expectativa pessoal.

Seu aplicativo de fitness lhe diz exatamente quantas calorias você queimou em sua caminhada, permite que você comunique aos teus amigos pelas mídias sociais, e te lembra no dia seguinte de dar outra caminhada.

Agora, o que acontece ao executar uma regressão com os dados do App e seus resultados de colesterol ao longo dos últimos dois anos? Vou poupar você do trabalho de verificação. Você não pode fazer isso.

Uma das diferenças significativas entre os aplicativos de negócios e aplicativos pessoais é que os aplicativos de negócios precisam ser integrados em práticas diárias de negócios, enquanto os aplicativos pessoais tendem a ser independentes.

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Afinal, uma empresa é um conjunto de processos de negócios interativos. Os dados e processos em um aplicativo corporativo móvel não vivem isolados.

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Startups: tecnologia da Magic permite Time-to-Market como diferencial

Um dos grandes desafios das startups, de qualquer segmento de mercado, inclui sem dúvida a diversidade de ambientes tecnológicos nos quais suas aplicações deverão ser executadas e integradas, que somados à baixa produtividade das plataformas de desenvolvimento atuais, dificultam bastante a entrega de soluções ao mercado. A Magic possui em seu portfólio, tecnologias que possibilitam superar esses desafios e garante o melhor custo-benefício aliado ao menor Time-to-Market, independente do cenário tecnológico.

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O que aprendemos com o Facebook Home

Quando o Facebook lançou seu aplicativo de página inicial em 12 de abril, as previsões eram abundantes. Estaria em todos os smartphones, com o usuário comum não sabendo a diferença entre o Home e o sistema operacional do seu telefone. Ele iria destruir a estratégia do Google com o Android, incentivando os usuários a usar o Facebook ao invés de serviços do Google. Iria rastrear cada movimento que os usuários fazem, removendo todo conceito de privacidade. Mostraria aos investidores que o Facebook tinha virado uma página, e agora entendia o dispositivo móvel.  Seria…um enorme fracasso?

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Dias atrás, a EE anunciou que o HTC One, o celular Android de médio-alcance com o Facebook Home pré-instalado, teria seu lançamento adiado no Reino Unido, enquanto o Facebook faz com que o Home seja um pouco mais ajustado, podendo ser embutido completamente.

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