Low-code garante ao CIGAM o status de único ERP a prova de futuro entre os líderes do mercado brasileiro

Desenvolvido em Magic xpa, sistema de gestão está entre os 5 ERP’s mais utilizados no Brasil. Evolução tecnológica garantida e tempo reduzido para entrega contínua de soluções foram decisivos para a escolha da ferramenta, há quase 30 anos

Alta produtividade, baixo custo de desenvolvimento, entrega e melhoria contínua são palavras chaves no mundo atual do desenvolvimento de aplicações empresariais. Em tempos de inovação, impulsionadas pelas startups de tecnologia, as grandes empresas passaram a investir para se tornarem “tech”, ou seja, com a capacidade de desenvolvimento “dentro de casa” para responder rápido às exigências do mercado, que é altamente competitivo e não perdoa quem demora para reagir.

Há pelo menos quatro décadas, a competição já era muito forte, mas as tecnologias não estavam tão avançadas para dar resposta rápida às empresas. O mercado de informática era dominado pelos birôs de serviços, que ofereciam trabalho de informatização de rotinas de administração das empresas. Muitos destes birôs se tornaram fornecedores de sistemas de gestão empresarial, aproveitando a oportunidade do surgimento dos microcomputadores pessoais, que foram parar nos escritórios das empresas para a informatização de suas rotinas. Era uma época do IBM AS/400, um computador de médio porte que era o sonho de consumo de muitas empresas em todo o mundo. A esmagadora maioria dos sistemas de gestão era em MS DOS. Poucos – mas poucos mesmo – eram oferecidos nas primeiras versões do Windows.

As poucas linguagens de programação da época se tornaram o sonho de consumo dos jovens que desejavam ser “um bom programador” e também das empresas que necessitavam ter um software de gestão para uso próprio ou para oferecer ao mercado – inicialmente com funções básicas para administrar a contabilidade, contas a pagar e receber, gestão de estoques etc. – e entrar em um mercado novo.

A verdade é que as linguagens de programação mostraram com o tempo que não estavam preparadas para o futuro e muitas ficaram pelo caminho, entre elas DBase, Clipper, Access, Fox-Pro, Visual Basic, Delphi, entre outras. Morreram porque o desenvolvimento consumia muitos meses – e até alguns anos – para se concluir um sistema para rotinas básicas e a cada nova versão trazia enormes esforços de reescrita de toda a solução. Outro grande desafio era promover melhorias e customizações nos sistemas já implementados, devido à lentidão e ao tamanho dos programas, que possuíam milhares e milhares de linhas de código, que tinham que ser depuradas e validadas, consumindo uma enormidade de tempo. Um trabalho e tanto, principalmente levando-se em conta a complexidade da área fiscal no Brasil, que exige muito esforço para atender uma infinidade de obrigações fiscais.

A esmagadora maioria dos sistemas de gestão era em comandos de teclados, não gráficos. No Brasil, a predominância era dos sistemas criados para rodar em MS DOS. Poucos, mas poucos eram nas primeiras versões do MS Windows, associado com a arquitetura IBM PC e desenvolvidos em C, C++, assembly. Em 1983 nascia a Magic Software com uma proposta revolucionária: oferecer ao mercado uma ferramenta de desenvolvimento de software para o mercado global, o Magic, de baixo código e alta produtividade, inicialmente para DOS e UNIX.

Saindo ileso de um trauma com Joiner, Clipper e outras antiguidades

No início dos anos 1990, uma software house de Novo Hamburgo, RS, a Abyz Informática – que depois passou a se chamar CIGAM  Software de Gestão, procurava uma ferramenta de desenvolvimento que garantisse a evolução de seu sistema, que rodava em MS DOS. Os sócios – Robinson Klein e Luís Rogério Dupont tinham em mente a alta produtividade e capacidade de receber evolução tecnológica contínua, com baixo risco de ser descontinuada evitando ficar “na mão”, sem suporte técnico e que fossem obrigados a reescrever o sistema de gestão em outra linguagem de programação, perdendo tudo que havia já sido feito.

A preocupação se mostrou acertada porque não demorou muito para que muitas ferramentas de programação fossem descontinuadas, fazendo com que muitas empresas de ERPs fechassem as portas por não conseguirem reescrever seus códigos. A morte destas linguagens traumatizou muito os desenvolvedores de sistemas, porém a CIGAM saiu ilesa e conseguiu evoluir com um sistema imune a este tipo de “acidente” ao mudar para uma ferramenta de desenvolvimento à prova de futuro, o Magic.

Como foi a escolha?

Depois de estudarem algumas ferramentas de programação, em 1993 em uma edição da antiga Fenasoft – a principal feira de software da época – os sócios da CIGAM conheceram a ferramenta Magic, com capacidade de desenvolvimento rápido (chamado de RAAD – Rapid Architected Application Development, uma abordagem para a criação de aplicativos em grande escala com o menor tempo de entrega). Antes de se chamar atualmente Magic xpa, a ferramenta chegou a se chamar iBOLT, mas manteve intacta a capacidade para o desenvolvimento rápido e passou a desenvolver aplicações empresariais baseadas em Cloud e Mobile, em low code, como sempre foi, desde o início.

Segundo contam Klein e Dupont, a ferramenta Magic foi a que se apresentou como a mais adequada para reescrever seu sistema de gestão que era escrito em Joiner, que era em padrão xBase, semelhante ao Clipper, e que executava em DOS e UNIX. Além da facilidade da reescrita do ERP, em poucos anos com o surgimento do Windows, a opção pelo Magic se provou mais uma vez correta, pois possibilitou uma migração automática para Windows. O desenvolvimento do CIGAM se iniciou na versão Magic 5.7, depois veio a versão do Magic 6, que executava a mesma aplicação tanto em DOS quanto em Windows, e depois veio a versão 7 que colocou o CIGAM definitivamente na era Windows.

Na análise da ferramenta, os sócios da CIGAM se animaram ao saber que a plataforma trabalhava com metadados e com apenas 13 comandos, capaz de criar o novo ERP CIGAM aproveitando o que tinha de melhor da antiga versão do sistema e promover a migração em menos tempo do que se imaginava. A ferramenta já possuía uma capacidade não oferecida por nenhuma outra: poder criar aplicações multi plataformas a partir de um único esforço de desenvolvimento. Ou seja, o desenvolvimento ocorre uma vez e vale para todas as plataformas existentes, uma capacidade que se mantém até hoje, incluindo para a computação em nuvem e mobile empresarial.

Esta capacidade se comprovou eficaz com as constantes evoluções do ERP CIGAM e as customizações realizadas para diferentes clientes de quase todas as verticais de mercado ao longo dos anos. Quando surgiram a computação em nuvem e as aplicações mobile, a ferramenta Magic acompanhou esta evolução e permitiu a criação de aplicações para estas plataformas. Os usuários do CIGAM e outros sistemas desenvolvidos com ela foram beneficiados.

De olho na evolução, antes mesmo do low code de hoje

Quem percebeu que o futuro estava nos microcomputadores de mesa para as empresas, logo passou a criar sistemas para atender a um mercado que iria crescer muito nos anos seguintes. O sistema de gestão da CIGAM seguia esta premissa e evoluiu, acompanhando o mercado de software e contando com o apoio da plataforma Magic. A programação de baixo código (low code) era um diferencial importante, mas não era reconhecido pelos fabricantes de software da época. Tanto que muitos sistemas nascidos na época – e ainda hoje existentes – foram criados em Joiner, Clipper, C++, C# e Delphi.

Percebemos que teríamos problemas para evoluir tecnologicamente. Caso a ferramenta fosse descontinuada e fosse necessário reescrever todo o código.[MM2]  Aliás, a descontinuidade de ferramentas é muito comum no mercado de software. Hoje, temos exemplos de indústrias com parque de computadores que ainda rodam em Windows xp ou Windows 7 porque elas usam sistemas muito antigos, que ainda funcionam e mantêm a operação em andamento. No entanto, não possuem mais suporte e – para se manterem funcionando -, as indústrias não renovam o parque de informática porque estes antigos sistemas não funcionam nas versões mais recentes do Windows”, comenta Robinson Klein.

Evolução tecnológica, entrega rápida de novos conjuntos de funcionalidades

Para atender às necessidades dos mais variados tipos de empresas e mercados verticais, o CIGAM teve que evoluir rápido. Isso só foi possível graças a uma ferramenta low code, igualmente rápida e eficiente. Esta capacidade se tornou um diferencial que se reflete na entrega de um ERP robusto, abrangente e capaz de ajudar as empresas a crescerem. “Muitas empresas tiveram problemas para crescer porque o sistema que utilizavam não ajudava – e isso acontece até hoje – e muitas perderam tempo e dinheiro tendo que reescrever seus códigos. Como o Magic sempre recebeu evoluções constantes, o nosso caminho para o crescimento foi mais fácil. Hoje temos mais de 5 mil clientes em todos os mercados verticais.”

Sem penduricalhos, sem add-on’s, mais ágil e com entrega contínua

Robinson Klein destaca que uma característica de boa parte dos grandes sistemas ERP existentes hoje, criados em linguagens antigas ou descontinuadas, é que eles foram obrigados a “inventar” complementos -os chamados add-nos – para evitar reescrever todo o núcleo do sistema. Estas grandes marcas de ERP possuem suas redes de “criadores de add-on”, mas que apresentam muitos problemas de entrega porque são feitos em ferramentas que não possuem a mesma produtividade de desenvolvimento que o Magic xpa oferece.

A possibilidade de não depender de add-on é importante para o CIGAM se manter competitivo, pelo fato de não depender de “complementos”. “É sempre importante fazer mais com menos programadores, investimentos e consequentemente menor custo para o cliente. O Magic facilita focar no nosso negócio e podemos oferecer um ERP de classe mundial com a melhor tecnologia, no mesmo nível de competição com as grandes marcas mundiais. Enquanto nossos concorrentes nacionais ainda lutam para resolver os problemas com seus sistemas criados em uma linguagem que não evoluiu – ou que já morreu -, nós estamos 30 anos à frente”, sentencia Luís Rogério Dupont.

Um ERP compatível com as metodologias ágeis

Outro grande benefício do low code da plataforma Magic xpa, apontado pela CIGAM, é que ele permite melhorar o ERP em uma “entrega contínua” (um conceito alinhado às metodologias ágeis e de DevOps) e isso acontece sem erros de código, evitando testes recorrentes em larga escala, com foco nas regras de negócios, evoluindo continuamente. O resultado, segundo Dupont, é que as evoluções chegam mais rápido para os clientes CIGAM.

O que significa não ter erros?

Quando se programa em linguagens tradicionais, baseadas em script (Java, por exemplo, e que é um padrão de mercado e uma das linguagens mais usadas), é necessário colocar cada vírgula no lugar certo e todos os códigos precisam ser revisados e validados. Imagine isso em milhares e milhares de linhas de código, digitar nomes das tabelas, os parênteses. É muito fácil sair muita coisa errada. Para evitar este transtorno, uma ferramenta low code elimina tudo isso.

O Magic xpa possui complexidades encapsuladas em poucos comandos e elimina este desafio da compilação e revisão de linhas de código. O programador vai poder se ocupar com a lógica dos negócios e aumentar a sua produtividade, que é refletida para o usuário final do sistema.

Quase três décadas de vantagem

Outro grande benefício que CIGAM vê no low code é que ele sempre permite a melhorar o sistema de maneira mais rápida e eficiente e com menos erros de código e de regras de negócios. A manutenção e evolução chegam mais rápido para os clientes.

Customizações facilitadas

As customizações de software de gestão podem se tornar um gargalo difícil de ser resolvido caso a ferramenta de desenvolvimento seja complexa e não ofereça ao programador recursos de agilidade para que os ajustes no ERP sejam realizados. Cada empresa possui peculiaridades, modelos de negócios diferentes e podem estar submetidos a padrões regulatórios de mercado ou indústria. Sem contar que os processos gerenciais são diferentes, mesmo entre empresas de um mesmo segmento ou grupo empresarial.

É impossível imaginar que qualquer sistema de gestão, por melhor que seja, possa ter todas as rotinas que uma empresa necessita, principalmente porque cada negócio possui uma natureza diferente e cada empresa possui a sua cultura para lidar com ela. Garantir que as customizações aconteçam mais rapidamente pode representar a permanência de um fornecedor no mercado, ou não.

A grande vantagem que o Magic oferece é possibilitar construir as customizações integradas ao ERP, de maneira desatreladas da versão que o cliente possui. Com isso, a liberação de atualizações de versões do ERP liberadas para o cliente sem afetar as customizações realizadas, em um cenário onde alterações fiscais são constantemente necessárias, é uma característica fundamental.

Integração facilitada

Outro desafio que os fornecedores de sistemas enfrentam ao implementar o seu ERP é como integrá-lo a sistemas legados do cliente e a aplicações desenvolvidas em outras plataformas. Então, como garantir que esta comunicação possa ser realizada rapidamente e com a melhor qualidade na troca de dados entre os sistemas?

A CIGAM já perdeu a conta de quantas customizações e integrações foram realizadas ao longo destas quase três décadas, que foram realizadas no menor tempo e com muito menos investimento financeiro se tivesse optado por outra tecnologia. O ERP CIGAM leva vantagem neste quesito.

A ferramenta Magic possui uma tecnologia de integração nativa, chamada Magic xpi, que facilita este trabalho e oferece conectores prontos e homologados com os principais fabricantes de ERP e CRM (Customer Relationship Management), como SAP, Salesforce, SugarCRM, Oracle, Microsoft Dynamics, entre outros. Praticamente, todos integrantes da rede de parceiros CIGAM podem utilizar a ferramenta Magic xpa – para suas customizações – e o Magic xpi para os projetos de integração.

É uma tranquilidade muito grande ter uma ferramenta que nos dá tudo o que necessitamos e ainda facilita incorporar recursos avançados, tais como Inteligência Artificial, Machine Learning, funcionalidade de chatbots e voice bots, entre outros recursos. Enquanto muitos fabricantes de sistemas de gestão ainda enfrentam dificuldades com seus sistemas, estamos – literalmente – em um oceano azul com o Magic”, afirmam Robinson Klein e Rogério Dupont.

CIGAM, o ERP 4.0

É a união de uma série de ações e ferramentas disponíveis para engajar clientes, empoderar colaboradores, automatizar processos e transformar o modelo de negócio das empresas. A proposta do ERP 4.0 é ajudar os clientes na construção de uma estratégia empresarial, com incentivo à inovação e uso da tecnologia adequada para fazer a transformação de todo o ecossistema empresarial.

Curiosidade: CIGAM < > Magic

Com a migração para a plataforma Magic, o sistema de gestão da então Abyz ganhou o nome CIGAM depois que seus sócios perceberam que a palavra Magic ao ser lida inversamente é CIGAM. Antes, o sistema se chamava Sistema Integrado Gerencial Administrativo Modular – SIGAM, com “S”. “Então, mudamos a primeira letra para C, de controle e o nome do produto passou a ser CIGAM. Podemos dizer que o CIGAM espelha o MAGIC. Hoje nossa marca é conhecida em todo o Brasil e em vários outros países, sem falar que toda a comunidade Magic de todo o mundo conhece esta nossa história”, brinca Dupont.

Mais sobre a CIGAM

A CIGAM chega aos 35 anos reconhecida por ter construído um ambiente de trabalho de engajamento com seus colaboradores e clientes e é uma das empresas mais premiadas do mercado brasileiro de TI, nas áreas Educação, Recursos Humanos, Qualidade e Produtividade, entre eles: Destaque nacional como uma das empresas que melhor treina no País, 14 vezes premiada como uma das melhores empresas para se trabalhar pelo Great Place to Work e Revistas: Época, Amanhã, IT Mídia, Você S.A e Computerworld. Duas vezes premiada com o Top Ser Humano da Associação Brasileira de Recursos Humanos e Prêmio de Qualidade e Produtividade pelo PGQP.

Mais sobre a Magic Software

Com mais de 30 anos de mercado, a Magic Software possui posição consolidada como fornecedora global de software, presente em mais de 50 países e 24 escritórios regionais, com milhões de instalações em todo o mundo, e alianças estratégicas vitais com líderes globais móveis e de TI, como IBM, Microsoft, Oracle, Salesforce.com e SAP. No Brasil possui mais de 30 parceiros comerciais e desenvolvedores, com uma equipe dedicada a ajudar as empresas em seus desafios de desenvolvimento e integração de sistemas.

 

Magic Software Brasil
Equipe de Marketing – Magic Software Brasil

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