Integração entre API’S necessita de Intermediação Especializada e não de Improvisação

A integração de processos e sistemas passou a ser uma constante no dia a dia de todas as empresas. Realidades atuais como Mobilidade e Cloud Computing nos levam constantemente a cenários, que não apenas exigem a integração, como tem nela um fator crítico do seu sucesso.

O que muitas empresas tem disponibilizado como soluções para facilitar o processo de integração é o que chamamos de APIs (Application Programming Interface). As APIs nada mais são do que serviços que dão a base ao que chamamos de Arquitetura Orientada a Serviços (SOA).

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Quando possuímos o desenvolvimento em nosso domínio, por sermos uma software house ou por possuírmos um desenvolvimento específico em nossa empresa, o acesso a APIs resolve por completo nossa necessidade de integração, pois podemos desenvolver as chamadas a essas APIs. Mas o desafio está quando estamos diante de duas soluções com APIs e não temos o desenvolvimento de nenhum dos lados em nosso domínio.

Como integrá-las? Como realizar as transformações de dados? Como inserir lógicas adicionais, se não temos como alterar nenhum dos lados?

Imaginamos, por exemplo, um cenário de integração de um CRM nas nuvens com um ERP instalado localmente em nossa empresa. Mesmo que ambos os sistemas disponibilizem suas APIs, como realizar a integração?

É neste cenário que temos visto ainda muita improvisação e o uso inadequado de soluções inapropriadas.

Costumamos dizer que: “Quando a única ferramenta que conhecemos é o Martelo, tudo que vemos a nossa frente parece prego”, e porisso temos visto integrações sendo feitas via código, via troca de arquivos ou até através de ferramentas de ETLs que fazem parte de soluçoes de BIs (Business Intelligence). Pois se usa aquilo se conhece, as soluções adotadas acabam dependendo do conhecimento existente nas pessoas envolvidas nos projetos, que na maioria das vezes não se dão conta que estão improvisando.

Uma integração entre APIs necessitam de uma intermediação feita por soluções especialistas. Que possuam a capacidade de realizar transformações, de roteamento, que acomodem lógicas adicionas, que realizem orquestração de serviços e possuem capacidades de monitoramento e gerenciamento das integrações, sem contar, capacidades de escalabilidade e robustez no processamento de alto volume de dados.

Uma improvisação nesse cenário normalmente traz um falso alívio inicial, pois a integração ocorre, mas as etapas posteriores de manutenção e monitoramento, e a necessidade de integração em tempo real, denunciam de forma cruel, que uma solução especialista deveria ter sido escolhida.

Plataformas de Integração estão à disposição e a consideração de mão de obra especializada em integração é mais do que recomendável, não há motivos para improvisação.

Rodney Repullo - CEO da Magic Software Brasil

Rodney Repullo – CEO da Magic Software Brasil

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