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Derrubando 10 mitos da integração de aplicações empresariais – Parte 2 de 2

Continuação do post da semana anterior.

Destacamos aqui mais 5 mitos que são amplamente difundidas que impedem as pessoas de realmente compreender os benefícios que a integração de aplicações podem trazer para suas organizações. 

6) Projetos de integração de aplicações são eternos

BOs projetos de integração são, normalmente, amplos e complexos, baseados em uma visão estratégica grandiosa de qual deve ser a aparência da empresa. Essa visão significa que a realidade, geralmente, parece incompleta e com um trabalho interminável à frente. Adotar uma filosofia de mudança contínua ajuda nesse ponto, desmembrando a visão em projetos que podem ser implantados independente uns dos outros.

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Derrubando 10 mitos da integração de aplicações empresariais – Parte 1 de 2

Converso com muitas pessoas sobre integração de aplicações empresariais e concluí que existem diversos mitos amplamente difundidos que impedem as pessoas de realmente compreender os benefícios que a integração pode trazer para suas organizações. Veja abaixo algumas daquelas que eu acredito serem as mais importantes e a verdade por trás de cada uma.

Dividiremos em 2 artigos com 5 mitos cada. Confira o último na próxima semana. Leia mais…

A verdade sobre a Computação In-Memory e a Integração com ERPs

A verdade sobre a Computação In-Memory e a Integração do Sistema ERP.

A verdade sobre a Computação In-Memory e a Integração com ERPs.

Eu me lembro que há pouco tempo os gerentes dos CPDs descreviam a arquitetura em N camadas de seus ambientes como se estivessem transbordando de orgulho. A arquitetura em N camadas pode ser descrita como uma separação em três camadas, a de apresentação, a de lógica de negócios e a de dados. Para muitos, isto continua sendo o jeito mais conveniente de conceituar os componentes funcionais de qualquer sistema de software. Como muitos usuários, processos e dados foram adicionados,  mais espaço de armazenamento foi adicionado também. O desempenho da rede adicionou uma dimensão de rendimento, e analistas de TI muitas vezes se veem calculando usuários x dados x transações por hora para determinar requisitos. Estes ainda são exercícios fundamentais e bons.

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Ambiente Distribuído usando o WSO2 e Magic xpi

Ambiente Distribuído usando o WSO2 e Magic xpi

(agora com GigaSpaces)

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Desde a versão 3 do Magic xpi, quando ainda se chamava iBolt, o WSO2 é o framework oficial para as interfaces SOAP dos produtos Magic.

Desenvolvido em Java versão 6, originalmente pela Hewlett-Packard (ainda com o nome de SystInet), o WSO2 é usado tanto nas interfaces de “consumo” quanto de “provimento” de webServices SOAP. E esta estrutura permanece na versão 4 do Magic xpi.

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